Período Regencial
Como D.
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O início das Regências
Como D. Pedro II ainda era uma criança quando seu pai abdicou em 1831, o Brasil passou a ser governado por um conjunto de Regências, que deveriam administrar o país até que o novo imperador atingisse a maioridade.
Instabilidade política e revoltas regenciais
O Período Regencial foi marcado por grande instabilidade política e por diversas revoltas regenciais, que expressavam insatisfações sociais, econômicas e regionais em diferentes partes do território, refletindo a fragilidade do poder central nesse momento.
Cabanagem, Balaiada e Sabinada
Entre as principais revoltas desse período estão a Cabanagem, ocorrida na província do Grão-Pará, a Balaiada, no Maranhão, e a Sabinada, na Bahia, cada uma refletindo tensões locais específicas, mas relacionadas ao contexto geral de fragilidade política do Império.
A Revolução Farroupilha
No Rio Grande do Sul, ocorreu a Revolução Farroupilha, uma das mais longas revoltas regenciais, marcada por fortes tensões separatistas e por disputas econômicas e políticas entre a elite gaúcha e o governo central.
Ato Adicional e o Golpe da Maioridade
Para tentar dar mais autonomia às províncias e amenizar as tensões regionais, foi promulgado o Ato Adicional de 1834. Diante da persistente instabilidade política, no entanto, políticos apressaram a maioridade do jovem imperador por meio do chamado Golpe da Maioridade, em 1840, antecipando sua posse com apenas quatorze anos, na esperança de que a figura de um imperador adulto trouxesse mais estabilidade ao país.
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Perguntas frequentes
Por que houve Regências no Brasil na década de 1830?
Porque D. Pedro II era criança demais para governar após a abdicação de seu pai, D. Pedro I, em 1831.
Cite duas revoltas do Período Regencial.
A Cabanagem, no Grão-Pará, e a Farroupilha, no Rio Grande do Sul, entre outras como a Balaiada e a Sabinada.
O que foi o Golpe da Maioridade?
A antecipação da posse de D. Pedro II como imperador, aos 14 anos, para tentar estabilizar politicamente o país.